Morangos na horta

Uma horta é um espaço de produção de alimentos, sejam eles verduras, legumes, frutos e frutas. Assim, em Waikayu decidimos que uma parte dos canteiros será dedicada ao cultivo de morangos.

Morangos gostam de frio, de sol, de água (porém com bom dreno) e de solos ácidos. Os frutos não podem ficar em contato com a terra, pois logo se apodrecem com a umidade. Assim, é preciso fazer uma boa camada que isole os frutos da terra.

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Manutenção da Horta

A maioria das pessoas não pensa em como a comida chega à nossa mesa, que processo foi necessário para que aquela verdura esteja ali. Mas é preciso alimentar esta terra, cuidar dela, preservar os bichinhos que produzem alimento para as plantas! Ou seja, plantar e colher é uma parte, mas alimentar os solos é tarefa contínua e sutil. Foto do nosso canteiro há 3 anos.

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Mais ou menos a cada três ou quatro anos,  é hora de refazer a horta, numa ação de mais impacto, cuidar das bordas e limítes, retirar o material dos caminhos, aquela serragem que compostou e agora vira solo, cheio de minhocas para novos cultivos.

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Cuidados com a horta no verão

Verão se aproximando e se esta é uma estação deliciosa para conviver e aproveitar o sol, praia, banhos de rio, etc, para a horta é sempre uma época dura! Ainda que aqui em Santa Catarina chova bastante, e que a palhada mantenha a umidade no solo, o sol é muito forte e as plantas sofrem! Na foto abaixo, o sombrite, mostrando a malha, e em primeiro plano, nosso pluviômetro, que nos ajuda a medir a chuva já há 3 anos.

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Como em anos anteriores, nossa solução para esta época é colocar um sombrite estendido sobre a horta. Sombrite é uma tecido de polietileno, resistente ao sol, e que filtra, no nosso caso, em 50% os raios solares. Como tela permite que a água das chuvas caia sobre as plantas.

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O solo construído com os caminhos da horta

A permacultura propõe que cada elemento cumpra pelo menos 3 funções, assim,  cada coisa é planejada, pensando nas suas utilidades e possibilidades de conexões  no sistema. Quando fazemos um canteiro instantâneo cavamos os caminhos e ali colocamos serragem. As três funções da serragem no canteiro são: deixar a umidade nos caminhos, para ser absorvida pelo canteiro, ter os pés limpos, pisando no macio e criar solos, já que a serragem se decompõe com o tempo e se transforma em solo.

Na postagem de hoje, vamos mostrar a remoção desta serragem dos caminhos, que depois de um bom tempo, se transforma em solo e volta para o canteiro.

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A fartura, apesar das ausências.

Inverno sempre é tempo de ausências, pois em geral temos viagens familiares e sempre algum PDC fora de Yvy Porã nesta época. Em 2014 não foi diferente… Aliás, este foi um ano atípico, onde tivemos dois PDCs e uma viagem longa, ficando fora de casa quase dois meses inteiros!

Qual não foi nossa alegria ao voltar e encontrar não só tudo em ordem e no seu lugar, mas nossa horta com uma boa produção. Brinquei com o Jorge, que quem tem uma horta, não chega em casa com a sensação de geladeira vazia! Na foto abaixo a colheita de volta de férias, lembrando que não havia ninguém para regar ou cuidar de plantas invasoras, o que reafirma o motivo de se plantar na palhada!

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A horta e o reboco da paredinha feitos no III PDC

No III PDC de Yvy Porã, realizado na semana Santa, propomos algumas práticas que ilustrem os conteúdos propostos por Bill Mollison para este curso. Na postagem de hoje iremos voltar a duas destas atividades: a horta e a paredinha de pau-a-pique duplo feitos lá na Casa Mãe…

Outro ponto desta postagem tem a ver com o vínculo feito com os novos permacultores, agora parceiros de caminhada. Por estarem mais perto, pois  muitos vivem em Santa Catarina, este grupo do III PDC tem voltado a Yvy Porã, para conversar, compartilhar e recarregar as baterias. Neste fim de semana, “a familinha” – Martina, Zeca, Marja e Zé – voltou para nos visitar e ajudar, compartilhando a vida  e comendo pinhão!

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Na postagem anterior explicamos como foi feita a horta como prática do cultivo de alimentos na zona 1, e vejam como é fácil e lindo transformar seu gramado em um jardim de alimentos! Menos de 40 dias depois, colhemos com os amigos uma bela alface plantada por eles durante o curso. Até a Martina se espantou com a explosão de vida da horta!

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Fazendo um canteiro – Atividades do PDC

Mais uma vez tivemos um maravilhoso PDC aqui na casa da montanha! O grupo, de 15 pessoas, conviveu e viveu a permacultura nos 9 dias de curso. E como nos anos anteriores, pessoas interessadas, maduras, dispostas a aprender e a repensar suas vidas, buscando soluções para a sustentabilidade e um planeta melhor!

Desta vez, a postagem sobre o PDC de Yvy Porã, que acontece apenas uma vez por ano, e sempre na semana Santa, será focada em algumas atividades desenvolvidas durante o curso. Escolhemos a montagem do canteiro como a primeira a ser feita, por simbolizar o plantio de alimentos, em pequenas áreas, enfeitando o jardim e cultivando o que comemos.

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Manutenção- cuidados com a horta e a casa

Verão chegando, época em que a grama cresce, tudo explode em verde, lindo, mas… trabalhoso, pois a grama também toma conta dos caminhos. Um problema e uma oportunidade! Este excedente de biomassa da roçada dos caminhos é um excelente material para refazer os canteiros, abastecendo-os de palhada. Canteiros pertinho da casa são espaços  para cultivo de alimentos, mas também são espaços de embelezamento, de contato com a terra, de viver os tempos e os ciclos da natureza! Aproveitamos a presença e disposição dos nossos estagiários argentinos, e fizemos uma força tarefa para este trabalho.

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Canteiros de flores, temperos e plantas medicinais

Na borda da casa fizemos um canteiro há tempos, num solo duro , por ter sido pisoteado durante todo o tempo de construção. Outra característica é a localização relativa , sendo face noroeste, ou seja, o setor quente e seco da casa, mais seco ainda por estar sobre o beiral da casa. Para o canteiro trouxemos serapilheira (solo da floresta), terra, alguma areia e esterco curtido. Ali , por estas características de terra seca, plantamos lavanda, aloe vera, abobrinha, e , recentemente, alguns abacaxis.

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Agora trouxemos algumas flores, como lírios da paz. Para este plantio era necessário composto e as mudas. Como tínhamos colhido uma banana, resolvemos empregar a técnica mostrada pelo Iberê no plantio do cacau, usando os troncos como adubação e hidratação do solo. Assim, Jorge abre o tronco da bananeira no sentido logitudinal.IMG_6836

Suzana faz os bercinhos com composto e planta as mudas. Em seguida coloca meio tronco de um lado da linha de plantio.IMG_6843

E outro meio tronco do outro lado das mudas. Este tronco, por ter uma grande quantidade de água e nutrientes, irá soltando devagar tais elementos para as plantas. Também trará uma boa população de micro e macro organismos para o canteiro, que assim vai se consolidando. Como dizemos sempre, permacultura é fazer conecxões,  criando solos e sistematizando as águas. E neste caso, enfeitando a casa!IMG_6845

Zona 1- fartura na produção de alimentos

Na permacultura o conceito de moradia inclui a casa, seu saneamento básico, coleta de água, e produção de alimentos. Alguns permacultores se nomeiam jardineiros, pois olham o seu quintal como uma grande possibilidade de produção de alimentos, com horta, algumas pequenas frutíferas, o que leva à noção de fartura que pode-se ter um quintal. Nesta postagem, buscamos ilustrar um pouco como as conecções entre ações na casa podem gerar fartura, bonito de ver, gostoso de comer e esteticamente lindo.

Do círculo de bananeiras, que processa a água do banho, pia e bidê do banheiro, as bananas frutificam, dando um enorme cacho, doce, tivemos que escorar a bananeira, tamanho era o peso das frutas. Depois, foi compartilhar com amigos, já que é muita banana para uma família só consumir. Outra diferença é colher uma banana que começa a amadurecer no pé, o que é um sabor completamente distinto da fruta colhida verde e amadurecida a força nas bancas do supermercado.

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