A horta e o reboco da paredinha feitos no III PDC

No III PDC de Yvy Porã, realizado na semana Santa, propomos algumas práticas que ilustrem os conteúdos propostos por Bill Mollison para este curso. Na postagem de hoje iremos voltar a duas destas atividades: a horta e a paredinha de pau-a-pique duplo feitos lá na Casa Mãe…

Outro ponto desta postagem tem a ver com o vínculo feito com os novos permacultores, agora parceiros de caminhada. Por estarem mais perto, pois  muitos vivem em Santa Catarina, este grupo do III PDC tem voltado a Yvy Porã, para conversar, compartilhar e recarregar as baterias. Neste fim de semana, “a familinha” – Martina, Zeca, Marja e Zé – voltou para nos visitar e ajudar, compartilhando a vida  e comendo pinhão!

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Na postagem anterior explicamos como foi feita a horta como prática do cultivo de alimentos na zona 1, e vejam como é fácil e lindo transformar seu gramado em um jardim de alimentos! Menos de 40 dias depois, colhemos com os amigos uma bela alface plantada por eles durante o curso. Até a Martina se espantou com a explosão de vida da horta!

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Terminando a nova parede sul

Seguimos na nossa reforma onde estamos fechando a parede sul por causa das chuvas e dos ventos. A segunda metade da parede, ou seja a parede mais próxima a janela da cozinha também foi feita usando os princípios do pau-a pique duplo, ou seja, barro e garrafas pet nos vãos para isolamento térmico e acústico e menor quantidade de barro a ser mobiliada. Na foto abaixo, Monica abrindo o bambu para as taliscas e ao fundo a estrutura de madeira já pronta.

Jorge prepara a estrutura de eucaliptos, já com as molduras que receberão os vidros das janelas. Os vãos entre as madeiras são de 0,80m. Na parte de baixo as taliscas de bambu na horizontal dos dois lados vão receber o barro e no meio delas as garrafas Pet – como não tomamos refrigerantes pedimos no restaurante Boa Parada de São Pedro de Alcântara que juntassem as garrafas para nós… Só nesta parede foram 40 garrafas de 2l… É um considerável volume de barro a menos!

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A primeira reforma da Casa da Montanha

O trabalho de um permacultor começa sempre com a observação do espaço… Observar o clima,  esperar os ciclos e ver cada estação do ano como o sol, as chuvas, os ventos se comportam… Estamos em Yvy Porã desde 2003, e na construção da Casa da Montanha desde 2006. Mesmo assim, só morando lá é que percebemos um problema… Nossos ventos dominantes são o Nordeste- na maior parte do tempo, e o sul. Embora o sul seja em menor tempo, é mais intenso… No nosso design consideramos que a mata no sul da casa iria proteger a varanda das águas. Mas não foi assim! O que estamos vivenciando é que quando chove com vento sul, mesmo que de fraca intensidade, nossa varanda fica totalmente molhada.  Isto nos levou a efetuar a primeira reforma na Casa da Montanha: fechar a parede sul. Na foto abaixo, Zeca e Monica em frente à estrutura da nova parede, já com as pedras que fazem o rodapé de toda a casa..

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