Arquivo para Janeiro, 2008

Entre as chuvas do verão…Um pedaço do telhado!

Chuvas de verão é quase um pleonasmo… Aos pés da serra, em Santa Catarina chove e chove! Todos os dias e às vezes o dia todo! Entre dias de chuva, Jorge, Cecília e o outro Rodrigo conseguiram colocar um dos gomos do telhado!

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Verão- e as paredes seguem…

Antes das férias sempre temos a ilusão de que no verão vamos poder trabalhar mais e que a casa irá dar um grande avanço! Ledo engano…

Férias de verão, praia, calor, compromissos e… muito mato crescendo em Yvy Porã! Assim, as nossas estadas na casa da montanha acabam tendo muitas atividades a fazer, como roçar a zona 1 e 2 da casa mãe, manter os caminhos minimamente limpos (quer dizer, horas de roçadeira!)…

Na foto abaixo a pilha de grama recolhida na área da casa mãe depois de 1 mês sem ser roçada.

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Assim, a casa segue mais lentamente que em outros momentos! Mas segue! Leia o resto deste post »

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Ano 2008- que seja um grande ano!

Ano novo! Bem vindo 2008!

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Usando as palavras de Carlos Drumond de Andrade manifestamos nossos desejos a todos os visitantes deste espaço…

Suzana e Jorge

Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

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