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Reportagem sobre a Casa da Montanha

De vez em quando somos surpreendidos com um pedido para apresentar a Casa da Montanha em meios de comunicação. Desta vez foi a Josiane e o Paulo da RBA TV lá do alto vale. Eles vieram , compartilharam um dia conosco e agora a reportagem já foi ao ar!

Com vocês, Yvy Porã no olhar da Josiane. (clique no link para ver o video!)

 

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Revitalização de um espaço perdido: Garagem – parte 3

A parte final da nossa revitalização do espaço com a construção da garagem, foi a colocação das telhas. A impressão é de que a parte difícil já havia passado, mas foi somente quando colocamos as telhas, e a carga aumentou, que os problemas maiores apareceram.

Ou seja, no processo da colocação das telhas aumenta a carga que deve suportar a estrutura. E não é só o peso dos materiais, também se deve considerar o aumento de peso da água absorvida nas telhas nos dias de chuva, esforços com vento, etc. Para isto se calcula na estrutura um “a mais” de esforços como “sobrecarga”.
Assim, no momento de colocar as telhas foram feitos reforços, nos extremos de algumas peças de bambu que tinham paredes muito finas (menores de 3 cm.). Foram encaixadas peças de madeira, duas ou quatro em forma de cunha e em todo o comprimento do entre nó, transformando o oco da peça de bambu  em um maciço. Também foi colocada uma abraçadeira para evitar o estouro. Agora esses extremos suportam sem problema a compressão a que são submetidos.

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Revitalização de um espaço: garagem – parte dois

Depois de sete dias  de espera para a secagem do concreto, seguimos nossa obra!Começamos o armado da estrutura propriamente dita, este era o dia tão esperado, pois a partir daí começamos a ver  nossa obra tomando altura e se fazendo realidade com as linhas que as peças de bambu mostram.

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A primeira tesoura montada foi a do fundo, já que esta era mais segura por ter um pilar no meio que vinha até o chão.

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Revitalização de um espaço: nossa garagem.

Há um espaço que por algum tempo ficou na gaveta. O local da antiga geodésica ficou quase como terra de ninguém, batia uma saudade e uma tristeza olhar para esse espaço. Então,  com a participação dos estagiários bicicleteiros  e tendo em vista o interesse que eles demonstraram em construir com bambu, decidimos concretizar uma velha ilusão que era ter uma garagem construída com estrutura de bambu. Assim, a meados de dezembro, começamos a adequação do espaço em vista à construção da garagem.

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O projeto visava duas coisas, primeiro a construção da garagem com o belo sistema construtivo em bambu e segundo aprender a lidar com o nosso bambu gigante Dendrochalamus pubescens.

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III Curso de Design em Permacultura

2014 começou! Ano novo, todas aquelas promessas e desejos de um mundo melhor, de felicidade, paz e uma vida mais sustentável para todos.

Yvy Porã oferece uma formação em Permacultura neste nosso espaço, sempre nas Semana Santa ( em 2014 nos dias 12 a 20 de abril) . É uma vivência de 9 dias nesta estação de permacultura, com discussões, aulas teóricas e práticas. Assim como outros parceiros da Rede Permear, o PDC ministrado em Yvy Porã segue a grade curricular e carga horária estabelecidas por Bill Mollison, e incluímos ainda os princípios propostos por David Holmgren. São pelo menos 80 horas de curso.

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Mas, afinal, o que é um PDC?

O PDC ou Permaculture Design Course foi um curso imaginado e montado por Bill Mollisonn para formar um permacultor. Neste curso, Mollisonn incluiu todos os conteúdos propostos, básicos para se começar a fazer a permacultura.  Assim, depois de fazer um PDC a pessoa passa a ser chamada de permacultor e, segundo a proposta recebeu as ferramentas para suas ações como um designer em permacultura.

Mollison elenca os conteúdos mínimos e uma carga horária mínima de 72h,  além da obrigatoriedade de se elaborar o design como atividade final. Também estipula a obrigatoriedade de 100% de presença para que se receba o certificado. A publicação que balisa o PDC é chamada Syllabus e foi publicada em 1985.

 

Nós, permacultores de Yvy Porã, assim como outros colegas da Rede Permear, seguimos a proposta original e nos guiamos pelo Syllabus de Bill Mollison. Estes conteúdos são constextualizados, ressignificados e constantemente rediscutido nos cursos e encontros entre permacultores seja da rede, seja em Yvy Porã. Ou seja, concordamos em que distintas metodologias possam e devam ser aplicadas, porém os conteúdos devem ser respeitados e preservados.

O grupo dos nossos PDCs são pequenos, assim, a interação é imensa e as discussões se estendem por todo o tempo de convivência neste espaço. Por este motivo, sugerimos, que quem deseja fazer este curso, se agilize, pois as inscrições costumam fechar com bastante antecedência. Na foto abaixo, o grupo do PDC de 2013 em uma das aulas práticas..

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Para maiores informações, na agenda de cursos de Yvy Porã.

Abaixo, segue a grade curricular do PDC

Parte 1 – Design em Permacultuta

  • Introdução
  • Princípio dos sistemas naturais
  • Metodologias de design
  • Padrão no Design
  • Perfil Clássico da Paisagem
  • Solos
  • Design para Catástrofes
  • Prédios e estruturas
  • Tecnologia de conservação de energia apropriadas
  • Florestas e árvores
  • A Água na Paisagem
  • A Ecologia Cultivada
  • Aquacultura e Maricultura
  • Disposição das sobras e reciclagem
  • Gerenciamento da Vida Selvagem
  • Sementes e estufas

Parte 2 – As estruturas invisíveis do Assentamento

  • Reciclagem na Comunidade
  • Economia Informal / Formal
  • Acesso à terra e Sistemas Urbanos
  • Formas Legais
  • Desenvolvimentos da Vila
  • Comércio
  • Como os “trainees” em Permacultura Operam
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FELIZ 2014!

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Manutenção- cuidados com a horta e a casa

Verão chegando, época em que a grama cresce, tudo explode em verde, lindo, mas… trabalhoso, pois a grama também toma conta dos caminhos. Um problema e uma oportunidade! Este excedente de biomassa da roçada dos caminhos é um excelente material para refazer os canteiros, abastecendo-os de palhada. Canteiros pertinho da casa são espaços  para cultivo de alimentos, mas também são espaços de embelezamento, de contato com a terra, de viver os tempos e os ciclos da natureza! Aproveitamos a presença e disposição dos nossos estagiários argentinos, e fizemos uma força tarefa para este trabalho.

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