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Plantio de aipim

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Terminando  o inverno  a vida começa a pulsar, as flores aparecem, os pássaros ficam mais ativos, etc. Uma das atividades recomendadas pela tradição do litoral de Santa Catarina, é o plantio de aipim, já que dizem que os melhores aipins são plantados na lua minguante de setembro. Também é uma boa época para receber amigos voluntariando!  Assim, aproveitando a dica, resolvemos fazer uma pequena roça.

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O solo construído com os caminhos da horta

A permacultura propõe que cada elemento cumpra pelo menos 3 funções, assim,  cada coisa é planejada, pensando nas suas utilidades e possibilidades de conexões  no sistema. Quando fazemos um canteiro instantâneo cavamos os caminhos e ali colocamos serragem. As três funções da serragem no canteiro são: deixar a umidade nos caminhos, para ser absorvida pelo canteiro, ter os pés limpos, pisando no macio e criar solos, já que a serragem se decompõe com o tempo e se transforma em solo.

Na postagem de hoje, vamos mostrar a remoção desta serragem dos caminhos, que depois de um bom tempo, se transforma em solo e volta para o canteiro.

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O Confrei e os fungos das frutíferas

Temos muitas e variadas frutíferas na nossa zona 2, e a cada tanto, alguma delas apresenta fungos. Uma planta importante de cultivar na zona 1 é o confrei, pois além de tratar plantas afetadas por fungos, também tem grandes propriedades medicinais para uso externo em contusões, entorses, fraturas, etc. Esta é uma planta muito rústica, que se multiplica por raiz, ou mesmo pelas folhas com o caule.

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Frutíferas

No mesmo dia do mutirão de colheita do bambu, fizemos a poda das frutíferas, ou seja, na semana da lua minguante do fim do inverno. O parreiral, que foi resgatado no ano passado, quando Pedro Marcos e Eluza nos ensinaram a arte da poda, agora já tomou mais forma e a tarefa não foi tão misteriosa.  DSCN1664 Continue lendo »

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Bambus

Última lua minguante de fim de inverno, hora de colher bambus, podar e adubar parreiras frutíferas. Como a poda dos bambus da espécie dendrocálamus é uma tarefa pesada e sempre temos outros permacultores pedindo para fazer práticas, etc, chamamos os amigos e fizemos mais uma celebração.  São Pedro resolveu pregar uma peça e no Sábado choveram 44mm, muita água, o que nos fez transferir a pizzada lá para a casa Mãe de tão molhado que estava tudo! Mas era só uma peça, e no Domingo, amanheceu sem chuva, quase com sol, o que permitiu o trabalho completo!

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Separamos em três equipes, uma turma foi para as parreiras e pomares, incluindo os pequenos permacultores, Martina, Zezinho, Ignácio e Théo e outras duas, com duas motosserras, encarou o mato e o trabalho pesado da colheita dos bambus e manejo das parreiras.

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O bambu cresce de dentro para fora, por isso é importante ir limpando cada touceira e deixando cada uma com apenas uns 9 a 10 colmos, de forma que eles não se enrosquem. Na foto acima as equipes chegando a uma das touceiras.

 

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Os colmos cortados são enormes   tem entre 3 e 7 anos, assim, estão bem maduros e com menos açúcares, o que diminui a probabilidade de atrair cupins e brocas. DSCN1681

Os meninos, Arthur, Fabio, José Guilherme, Marcos e Jorge, trabalhando em duas equipes fizeram o corte de galhos e colmos tortos, e colheram as varas do ano.

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Agora este bambu irá secar a sombra, e daqui a umas semanas, serão dividas em partes, cada uma com 4m de comprimento mais ou menos. As mais fortes, que são as da parte de baixo servem para colunas e estruturas mais fortes, as do meio podem ser usadas como caibros, e as das pontas são apenas para artesanato , pois tem as paredes bem mais finas.

No foto abaixo, aquela touceira da primeira foto, depois do manejo.

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Aos amigos e parceiros de mais esta empreitada,  outra vez um super obrigado!

 

 

 

 

 

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Formigas não são todas iguais!

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Um dos grandes visitantes indesejados em uma casa e um canteiro são as formigas, na foto acima um formigueiro de lava-pés, aquelas formiguinhas vermelhas e pequenas, moradoras dos nossos pomares. Ou não! Não somos especialistas em formigas, um ser fascinante, e que existem muitas. Como horticultores distinguimos as formigas apenas por seus hábitos alimentares: carnívoras ou herbívoras.

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O grande temor de um horticultor ou agricultor são as cortadeiras, que são herbívoras vorazes.  Ainda que se saiba que elas estão fazendo um grande favor a longo prazo, já que estão depositando no subsolo muita matéria orgânica, as cortadeiras competem conosco pelo alimento da nossa horta ou pomar… O que fazemos com elas? Descobrimos que onde tem algumas outras formigas, as cortadeiras não aparecem. Ou seja, onde temos formigas carnívoras, como as lava-pés e outras, as cortadeiras não ficam. Bem… é necessário cuidado, pois não é brincadeira pisar num ninho de lava-pés, mas atrair estas formiguinhas para perto da horta foi uma boa experiência de manejo (“controle biológico”) de espécies indesejadas!

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Outro fenômeno muito interessante é a “Correção”, que é um momento em que o formigueiro inteiro sai da toca, e varre uma região, mostrado nas duas fotos desta postagem. Já vimos isto acontecer aqui em Yvy várias vezes, e não deixa de ser assustador e lindo! As formigas carnívoras saem em bando e limpam o local, não sobram grilos, baratinhas, aranhas, etc. Elas literalmente fazem uma limpeza! Aqui também, não fique no caminho, pois elas irão picar e é bem dolorido!

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Assim, bem vindas as formigas, bem vindo o equilíbrio e o mutualismo cooperativo… Que sigamos observando e aprendendo com a natureza!

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A fartura, apesar das ausências.

Inverno sempre é tempo de ausências, pois em geral temos viagens familiares e sempre algum PDC fora de Yvy Porã nesta época. Em 2014 não foi diferente… Aliás, este foi um ano atípico, onde tivemos dois PDCs e uma viagem longa, ficando fora de casa quase dois meses inteiros!

Qual não foi nossa alegria ao voltar e encontrar não só tudo em ordem e no seu lugar, mas nossa horta com uma boa produção. Brinquei com o Jorge, que quem tem uma horta, não chega em casa com a sensação de geladeira vazia! Na foto abaixo a colheita de volta de férias, lembrando que não havia ninguém para regar ou cuidar de plantas invasoras, o que reafirma o motivo de se plantar na palhada!

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